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Alda Lima Falcão | Janeiro 2021

 

O ano começa com a homenagem à Alda de Lima Falcão.                                                                         Clique na imagem para expandir

Esta cearense de nascimento (Aracati, 1925), que adotou Belo Horizonte (MG) como casa.  Alda foi pesquisadora do Instituto René Rachou/Fiocruz Minas, onde atuou na área de Parasitologia, com ênfase em Taxonomia de Flebotomíneos e formação de Recursos Humanos. A cientista é  uma referência nacional em estudos sobre a Leishmaniose1.

Em 24 de maio de 2007 recebeu o título de Pesquisadora Emérita da Fundação Oswaldo Cruz, em reconhecimento a sua grande contribuição à ciência.

 

Ilustrando o mês de janeiro no nosso calendário, a arte feita pelo artista Márcio Button (Afrocollage), traz várias referências à trajetória da cientista. Saiba quais são:

Três espécies de flebótomos receberam seus nomes em homenagem à Alda Lima Falcão: o Lutzomyia aldafalcaoae, o Pintomyia falcaorum e o Pintomyia limafalcaoae, que foi retratado na ilustração

A jangada é uma alusão ao seu local de nascimento, Aracati (CE).

No final da década de 1930, um centro de pesquisa da Fundação Rockefeller foi instalado na cidade natal de Alda de Lima Falcão. Este centro foi chefiado por Maria José von Paumgartten Deane (homenageada nesse calendário no mês de agosto). Nesse local, Alda conseguiu um emprego para lavar a vidraria de análises e posteriormente foi se interessando pelos insetos (flebótomos), os quais veio a estudar. O tubo de ensaio e o balão de Erlenmeyer remetem a esse início de carreira.

Alda de Lima Falcão faleceu em Belo Horizonte, em 2019. Para saber mais sobre a sua trajetória profissional, acesse a Galeria de Honra da Fiocruz

 

 

 

 

 

[1] Doença infecciosa causada por protozoários parasitários do gênero Leishmania transmitidos pela picada de insetos da subfamília dos flebotomíneos.