Departamentos - Entomologia

Infraestrutura Entomologia

  • Laboratório Central de Entomologia

    O laboratório possui um espaço e estrutura de uso coletivo, ou multiusuário, com área aproximada de 160 m². Este espaço está dotado de um parque de equipamentos destinados às análises biológicas, morfológicas, de biologia molecular, genética, bioquímica e afins, além de 32 postos de trabalho para execução das atividades de pesquisa. O laboratório possui nível de biossegurança I e está certificado pela CNBio para o uso de organismos geneticamente modificados em regime de contenção em laboratório.

    Contato: +55 (81) 2101-2645

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  • Laboratório de Ultraestrutura

    Linha de Pesquisa: Biologia Celular de fármacos anti-Inflamatórios

    Nossas pesquisas têm como foco o estudo da atividade anti-inflamatória de fármacos ou de nutracêuticos que apresentem, visando criar estratégias terapêuticas com maior tolerabilidade e menos efeitos colaterais, resultando em maior benefício para o público-alvo.

    Projetos em andamento:

    • Ação dos prebióticos (fruto-oligossacarídeo e galacto-oligossacarídeo) e sua associação com fluoxetina sobre vias de sinalização da neuroinflamação e depressão em modelo animal de obesidade
      • A prevalência da obesidade e suas comorbidades aumentaram em todo o mundo nas últimas décadas, principalmente devido a dietas hipercalóricas, levando à redução da longevidade e da qualidade de vida. Neste contexto, vários estudos demonstram que existem evidências diretas relacionando o consumo de dietas hiperlipídicas com déficits na memória/aprendizado dependentes do hipocampo e estados de humor. Possivelmente, esta relação direta entre o consumo alimentar e as alterações no sistema nervoso esteja relacionada ao aumento da inflamação crônica, que por sua vez, promove a neuroinflamação. Evidências crescentes sugerem que o eixo microbiota-intestino-cérebro desempenha um papel fundamental na regulação das funções cerebrais, particularmente no processamento emocional e no comportamento. De fato, a microbiota atua no neurodesenvolvimento, levando a alterações na expressão gênica em regiões críticas do cérebro. A utilização de prebióticos tem sido eficaz em modelos animais de depressão, entretanto, sua atividade em modelos de obesidade ainda é pouco explorada, bem como sua relação com a prevenção e/ou tratamento da neuroinflamação.
    • Estudo sobre os efeitos de prebióticos (fruto-oligossacarídeo e galacto-oligossacarídeo) sobre a microbiota intestinal e as vias de sinalização da neuroinflamação em modelo animal de Doença de Parkinson
      • A alteração da microbiota intestinal, bem como a inflamação intestinal, pode levar á formação de corpos de Lewy no Sistema Nervoso Entérico (SNE), e estes podem representar o correlato intestinal dos sintomas neuropatológicos na DP. Além disso, as hipóteses atuais sugerem que o SNE pode ser um dos primeiros locais onde a patologia dos corpos de Lewy surgem na PD. Corpos de Lewy contendo proteínas a-syn podem aparecer no intestino antes de aparecerem no cérebro, e essas observações revelam uma hipótese de que a DP começa no intestino e se espalha para o cérebro. Aumento da permeabilidade intestinal em conjunto com a presença de a-syn no intestino nos estágios iniciais do doença sugere causar a propagação da doença ao SNC (Uyar e Yildiran, 2019). Neste sentido, uma intervenção nutracêutica e eficiente que atue no início do desenvolvimento da doença se faz imprescindível, visto que o tratamento atual da DP se mostra paliativo e de eficácia limitada.
    • Avaliação do tratamento com Semaglutida (agonista GLP-1R) sobre a microbiota intestinal e metabolismo lipídico da NAFLD em modelo experimental de obesidade induzido por dieta.
      • A prevalência da obesidade aumentou em todo o mundo nas últimas décadas, principalmente devido a dietas hipercalóricas e estilos de vida sedentários. A Organização Mundial de Saúde estima que 39% da população adulta humana está acima do peso e 13% é obesa (WHO, 2016). A obesidade não está associada apenas a doenças importantes, como diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares, doença renal crônica e câncer, mas também influencia de forma direta o desenvolvimeto e progressão da doença do fígado gorduroso não alcoólico (NAFLD). Adicionalmente, estudos recentes têm demonstrado uma associação entre alterações na microbiota intestinal e a progressão da NAFLD. De fato, o fígado conecta-se diretamente ao ambiente gastrointestinal através da veia porta (eixo fígado-intestino). Portanto, o microbioma intestinal e os produtos microbianos têm sido ativamente estudados como prováveis fatores-chave na fisiopatologia da NAFLD. Novas abordagens terapêuticas para modular a microbiota intestinal através da administração de agonistas de GLP-1R têm sido propostas com resultados promissores.
  • Insetário

    Conta com doze salas, onde são executadas atividades de manutenção das diferentes colônias, estudos comportamentais, estudos populacionais, de interação vetor-parasito, de susceptibilidade de populações naturais de culicídeos e de verificação de atividade de produtos larvicidas.

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